Hortolândia finaliza contagem de larvas de Aedes aegypti encontradas em residências
Hortolândia continua com ações de combate ao Aedes aegypti e de enfrentamento às arboviroses. A prefeitura finalizou a Análise de Densidade Larvária (ADL) de início de ano. O índice obtido foi de 8.2, considerado alto.
Com o término da análise, a UVZ (Unidade de Vigilância de Zoonoses), órgão da Secretaria de Saúde, retoma a ação de busca ativa, com prioridade nas regiões onde foram encontradas grandes quantidades de criadouros. Nesta semana, as equipes percorrem os bairros Jardim Campos Verdes e Jardim Carmen Cristina.
De acordo com o veterinário da UVZ, Evandro Alves Cardoso, o índice alto está dentro da previsão para esta época do ano. “O índice foi alto em razão da grande quantidade de chuvas que tem ocorrido. Esse é um fator característico do verão. Por isso, reforçamos para que os moradores redobrem os cuidados com os quintais e as áreas externas de suas casas para que fiquem atentos e recolham objetos que possam acumular água de chuva, e com isso tornarem-se criadouros do Aedes aegypti. Por causa do resultado da ADL, esta semana estamos intensificando a ação de busca ativa”, explica o veterinário.
A ADL consiste em fazer a contagem de larvas de Aedes
aegypti em imóveis residenciais. A ação é realizada três vezes ao ano: janeiro,
julho e outubro. A ADL é um importante indicador que mostra como está a
situação do Aedes aegypti na cidade.
O resultado obtido auxilia a prefeitura a traçar novas
estratégias e/ou reforçar ações contra o mosquito e de enfrentamento e
prevenção da dengue e demais arboviroses. Realizar a ADL nesta época do ano é
de extrema importância, uma vez que é o período de verão, quando a tendência é
de haver aumento de casos de dengue.
A UVZ executou a ADL por amostragem. De acordo com o órgão,
foram visitados, em média, 600 imóveis em cada uma das cinco regiões que
compõem a cidade, totalizando 3.000 imóveis visitados. A definição dos
quarteirões a serem percorridos foi feita por sorteio.
Durante a ADL, os agentes recolhem, identificam e
contabilizam algumas das larvas para gerar o chamado Índice de Breteau, que
mede a quantidade de larvas encontradas. O índice é dividido em três escalas:
de 0 a 1, considerado baixo; de 1 a 4, médio; e acima de 4, alto. O índice
obtido em janeiro do ano passado foi 6.2.
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