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Trecho entre Sumaré e Nova Odessa ficou alagado por conta das fortes chuvas e do transbordamento de córrego

Sumaré mantém equipes mobilizadas após fortes chuvas e segue monitorando pontos de alagamento

Município registrou mais de 200 milímetros de chuva em 72 horas, aumentando a atenção sobre regiões historicamente vulneráveis a alagamentos; equipes das secretarias municipais e da Defesa Civil atuam no atendimento às áreas afetadas

A Prefeitura de Sumaré manteve neste fim de semana uma força-tarefa para acompanhar os reflexos das fortes chuvas registradas no município. O acumulado ultrapassou 200 milímetros em 72 horas, aumentando a atenção sobre regiões historicamente vulneráveis a alagamentos.

Em 24 horas, foram registrados 52,2 milímetros de chuva no ponto de medição do Rio Quilombo. O volume colocou Sumaré entre os municípios paulistas com maiores acumulados no período.

Desde o início das ocorrências, equipes da Defesa Civil e de diferentes secretarias municipais permanecem mobilizadas para vistoriar áreas atingidas, acompanhar o comportamento da água, prestar auxílio aos moradores e identificar possíveis situações de risco.

Segundo o balanço mais recente do município, a tendência observada no sábado é de redução do nível da água em grande parte das regiões monitoradas. Ainda assim, o trabalho segue de forma preventiva diante da possibilidade de novas chuvas.

Entre os bairros acompanhados estão Jardim Primavera, Jardim Picerno, Jardim Dulce, Jardim São Domingos, Jatobá, Chácaras 3 Pontes e Vila Diva.

No Jardim Primavera, houve registros em vias como Eugênia Biancalana, João Bordin, Luiz Furlan, Francisco Soldado Lara, Deputado Cunha Bueno e Laerte Noveletto. Em todos esses pontos, a Prefeitura informou que o nível da água estava baixando.

Situação semelhante foi registrada no Jardim Picerno, onde as equipes acompanham as ruas Cajueiro, dos Carvalhos, das Roseiras, dos Cravílias, Reginaldo Aparecido Rodrigues, dos Mognos e Crenac.

Também houve redução da água na Rua Nova, no Jatobá, na Rua Antônio Gonçalves Pereira, no Jardim Dulce, nas ruas 11 e 12, no Chácaras 3 Pontes, e no Jardim São Domingos. Na Vila Diva, a Rua 4 permanecia com situação de alagamento considerada estável.

15 FAMÍLIAS ACOLHIDAS

Até o sábado, 15 famílias precisaram deixar suas casas e foram encaminhadas ao CIE Bordon, utilizado pelo município como ponto de acolhimento temporário. O atendimento envolve assistência social e distribuição de itens necessários às pessoas afetadas. O Fundo Social de Solidariedade também participa da operação.

Além do atendimento aos moradores, equipes de Bem-Estar Animal foram mobilizadas para auxiliar animais atingidos pelos alagamentos, principalmente em locais onde houve necessidade de retirada de famílias das residências.

A Defesa Civil continua realizando vistorias nos pontos considerados mais vulneráveis e acompanhando o comportamento de rios, córregos e áreas sujeitas a novos alagamentos.

A orientação é para que moradores não tentem atravessar trechos cobertos pela água, nem a pé nem de carro. A recomendação também é evitar áreas próximas de rios e córregos enquanto houver chuva intensa ou possibilidade de elevação rápida do nível da água.

SUMARÉ NÃO TEM MAIS PONTOS DE ALAGAMENTO; PREFEITURA PROSSEGUE COM FORÇA-TAREFA E LIMPEZA

A Prefeitura de Sumaré informa que não há, neste momento, nenhum ponto de alagamento ativo no município após as fortes chuvas que atingiram a cidade entre sexta-feira (11) e sábado (12).

As equipes da Prefeitura permanecem mobilizadas em uma força-tarefa para realizar a limpeza das áreas atingidas, desobstrução de vias, retirada de resíduos e atendimento às famílias afetadas pelo temporal. O volume de chuva registrado foi excepcional.

Sumaré acumulou 144 milímetros nas últimas 48 horas, de acordo com dados divulgados pela Defesa Civil, o maior volume registrado entre os municípios da Região de Campinas no período. Somente em 24 horas, o município chegou a registrar 102 milímetros de chuva no ponto de monitoramento do Ribeirão Quilombo.

 

   

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