Sumaré cria 2,9 mil empregos e avança para 12ª posição no Estado de São Paulo
Município acumulou saldo de 2.931 vagas formais entre janeiro e julho deste ano, resultado 56,7% superior ao registrado no mesmo período de 2025; número mantém cidade no 2º lugar na geração de empregos na RMC, atrás apenas de Campinas
Sumaré criou 2.931 empregos com carteira assinada nos
primeiros sete meses de 2026 e avançou da 13ª para a 12ª posição entre os
municípios paulistas com melhor saldo de vagas no período. O resultado
representa crescimento de 56,7% na comparação com os mesmos sete meses de 2025,
quando a cidade havia registrado 1.871 novos postos de trabalho.
Os números são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e
Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego, e foram analisados pelo
Departamento de Economia da Secretaria Municipal do Trabalho, Emprego, Geração
de Renda e Desenvolvimento Econômico.
De janeiro a julho deste ano, empresas instaladas em Sumaré
realizaram 26.029 admissões e 23.098 desligamentos, diferença que resultou no
saldo positivo de 2.931 vagas. Na RMC (Região Metropolitana de Campinas),
Sumaré aparece na segunda colocação na geração de empregos, atrás apenas de
Campinas. Já entre as cidades da Região do Polo Têxtil, o município lidera o
levantamento.
Dos 6.789 empregos criados pelo conjunto de municípios da
Região do Polo Têxtil durante os sete primeiros meses do ano, 43,17% foram
gerados em Sumaré.
O prefeito Henrique do Paraíso (Republicanos) afirmou que os
números refletem o desempenho da economia municipal e defendeu a continuidade
de políticas voltadas à atração de empresas e geração de renda.
“Sumaré vem consolidando sua posição como uma cidade que
gera oportunidades. Avançar para a 12ª posição no Estado, ocupar o segundo
lugar na Região Metropolitana de Campinas e liderar a Região do Polo Têxtil
demonstra a força da nossa economia. Nosso objetivo é continuar trabalhando
para atrair investimentos, apoiar quem empreende e, principalmente, ampliar as
oportunidades de emprego e renda para a população.”
JULHO
Mesmo em um mês de retração regional, Sumaré conseguiu
manter saldo positivo no mercado de trabalho. Em julho, foram contabilizadas
3.129 contratações e 3.081 demissões, com abertura de 48 vagas formais.
No mesmo mês, a Região do Polo Têxtil fechou 526 postos de
trabalho, enquanto a RMC terminou julho com perda de 154 vagas. Segundo o
levantamento municipal, Sumaré foi a única cidade da Região do Polo Têxtil a
registrar saldo positivo naquele mês.
O vice-prefeito e secretário de Governo, André da Farmácia (MDB), destacou a participação de Sumaré nos resultados regionais. “Os indicadores mostram que Sumaré não está apenas acompanhando o crescimento regional, mas contribuindo diretamente para ele. Quando o município responde por mais de 43% dos empregos gerados na Região do Polo Têxtil e ocupa a segunda colocação na RMC, fica evidente a relevância de Sumaré como polo econômico, produtivo e de geração de oportunidades.”
SERVIÇOS RESPONDEM POR 82% DAS VAGAS
O setor de Serviços foi responsável pela maior parcela dos
empregos criados em Sumaré neste ano. Foram 2.412 vagas entre janeiro e julho,
correspondentes a 82,29% de todo o saldo positivo registrado pelo município. Na
sequência aparecem Agropecuária, com 252 novos postos, Comércio, com 101,
Indústria, com 93, e Construção Civil, com 73 vagas.
Os dados também mostram diferença significativa entre homens
e mulheres. O saldo entre trabalhadoras foi positivo em 3.010 vagas, enquanto
entre os homens houve resultado negativo de 79 postos.
Trabalhadores com Ensino Médio Completo concentraram 1.907
das oportunidades criadas, o equivalente a 65,06% do saldo municipal.
Considerando também quem possui Ensino Médio Incompleto, a participação sobe
para 77,04%.
A faixa entre 18 e 24 anos foi a que mais ganhou espaço no
mercado formal, com saldo de 850 empregos, aproximadamente 29% do total. Ao
final de julho, Sumaré possuía 67.367 vínculos formais de trabalho. Serviços
liderava com 26.576 empregos, seguido pela Indústria, com 18.472, e pelo
Comércio, com 18.450.
O secretário municipal do Trabalho, Emprego, Geração de
Renda e Desenvolvimento Econômico, Ed Carlo Michelin, afirmou que os dados são
utilizados para orientar as ações da pasta.
“O Caged nos fornece uma radiografia muito importante do
mercado de trabalho. Esses indicadores permitem direcionar melhor as ações de
qualificação, intermediação de mão de obra e aproximação com as empresas. Nosso
trabalho é transformar esses números em oportunidades concretas para a
população.”

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