Instituto Orizon leva educação para as escolas públicas por meio do jogo Eras
Jogo de tabuleiro criado pelo instituto já chegou a 11 escolas e a mais de 1 mil alunos de escolas públicas, incluindo Paulínia e Sumaré; atividades estimulam educação ambiental, consumo consciente e soluções coletivas longe das telas
Promover a cultura da economia circular e de baixo carbono
entre alunos de escolas públicas brasileiras. Essa é a missão do Eras, jogo de
tabuleiro criado pelo Instituto Orizon Social como plataforma de educação
ambiental distribuído para escolas. Multidisciplinar e com foco nos anos finais
dos ensinos Fundamental II e Médio, o jogo estimula o protagonismo juvenil por
meio da gamificação, da colaboração e da aprendizagem ativa.
No primeiro semestre de 2026, o jogo chegou a 11 escolas e a
mais de mil alunos dos municípios de Paulínia, Sumaré, Barra Mansa, Cuiabá e
Jaboatão dos Guararapes. São regiões que contam com operações da Orizon, maior
empresa de valorização de resíduos da América Latina.
Para o segundo semestre deste ano, o Instituto Orizon Social levará o Eras para escolas de Itapevi. Há previsão de a iniciativa chegar também a Rosário do Catete, Sergipe.
ADERÊNCIA PEDAGÓGICA
O jogo Eras está alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento normativo do Ministério da Educação que define as aprendizagens essenciais e as competências e habilidades que todos os estudantes brasileiros devem desenvolver ao longo da Educação Básica. O Eras é, assim, ferramenta em sala de aula e atua como apoio ao desenvolvimento de competências e habilidades já previstas na jornada educacional.
PROGRAMA
O jogo faz parte do eixo estratégico de educação ambiental
do Programa Eras, do Instituto Orizon Social, com objetivo de aproximar
estudantes de temas do cotidiano que impactam o futuro das novas gerações,
como: mudanças climáticas, gestão de resíduos, consumo consciente e preservação
ambiental.
Para isso, o programa conta com apoio de educadores e
especialistas que buscam novas formas de trabalhar a educação ambiental nas
escolas, com estímulo ao pensamento crítico, à colaboração e ao protagonismo
juvenil. Entre os próximos passos do Programa Eras estão o acompanhamento do
desenvolvimento do jogo nas escolas e a captação das percepções dos educadores
e alunos para o aprimoramento contínuo do jogo.
Para jogar, os alunos recebem orientação dos professores, intitulados “guardiões” do jogo. As missões são teóricas e práticas. O Eras utiliza experiência lúdica de aprendizagem, com possibilidade de ser jogado em uma única disciplina ou em várias ao mesmo tempo. Durante as partidas, os participantes são convidados a analisar cenários, tomar decisões, construir soluções coletivas e compreender como suas escolhas impactam o futuro.
MENOS TELAS
Por ser um jogo de tabuleiro, o Eras estimula os estudantes
a passar períodos offline, longe das telas, em direção a uma formação mais
equilibrada.
“A metodologia nasceu da escuta, do teste, da troca e da
disposição de construir algo relevante para quem está no centro desta
experiência: os jovens”, diz Paulo Laguardia, diretor-executivo do Instituto
Orizon Social. “A plataforma estimula pensamento crítico, repertório,
criatividade e comunicação ao abordar temas socioambientais de forma prática,
participativa e conectada à realidade dos participantes”.
“O Eras é uma ferramenta que inspira, provoca reflexões e
mostra que é possível ensinar e transformar de um jeito criativo e
significativo”, afirma Daise Fernandes, integrante da equipe de Gerência
Pedagógica da Secretaria de Educação de Barra Mansa (RJ), que viabilizou o jogo
para três escolas do município.

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