Política
Decretos publicados pela Prefeitura de Sumaré integram planejamento do saneamento básico

Sumaré declara utilidade pública de área para estação elevatória de esgoto

Medidas autorizam desapropriação e servidão administrativa para viabilizar estação elevatória e coletores, melhorando saneamento básico; ações são consideradas urgentes por parte do poder público municipal e intervenção deverá avançar

A Prefeitura de Sumaré publicou decretos que avançam na implantação da EEE (Estação Elevatória de Esgoto) Nova Terra e na infraestrutura de coleta de esgoto no município. Assinadas pelo prefeito Henrique do Paraíso (Republicanos), as normas declaram de utilidade pública áreas destinadas à desapropriação e à instituição de servidão administrativa para obras de saneamento.

Os atos fazem parte do planejamento municipal para melhorar a qualidade de vida e o saneamento ambiental, com foco no encaminhamento dos esgotos à futura estação de tratamento.

O decreto 13.083 autoriza a desapropriação amigável ou judicial de uma faixa de terra de 1.164,14 m². Segundo o documento, o terreno foi avaliado pela Comissão Permanente de Avaliações do Município (COPEA) em R$ 143.189,22. A área será destinada à instalação da Estação Elevatória de Esgoto Nova Terra, considerada essencial para ampliar a infraestrutura de coleta e encaminhamento do esgoto da cidade. A desapropriação foi declarada de urgência, permitindo a aplicação de procedimentos previstos na legislação federal para acelerar a posse do imóvel e o início das obras.

SERVIDÃO ADMINISTRATIVA

O Decreto nº 13.084 declara de utilidade pública uma faixa de 482 m² para instituição de servidão administrativa destinada à passagem de coletores-tronco e interceptores de esgoto. A medida prevê que a implantação da estrutura gere uma desvalorização estimada em R$ 11.857,20, valor que deverá ser indenizado. A servidão permitirá a instalação permanente da rede subterrânea necessária para conectar o sistema de coleta à futura estação de tratamento.

Os dois decretos citam o interesse público na melhoria do saneamento e integram a estruturação do Plano Municipal de Saneamento, com base em estudos e protocolos administrativos em andamento. As novas normas revogam decretos anteriores de 2025 que tratavam das mesmas áreas, atualizando os valores e as condições das intervenções.


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