Polícia
Policiais da capital recolheram documentos e apreenderam dois veículos de luxo em Americana

Polícia Civil cumpre mandado em escritório de contabilidade e apreende veículos em Americana

Uma operação da Polícia Civil foi realizada nesta quinta-feira (2) em um escritório de contabilidade localizado em Americana. Durante a ação, agentes do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) e da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) da capital recolheram documentos e apreenderam dois veículos de luxo: um Volvo branco e uma Mercedes-Benz preta.

O escritório de contabilidade informou que a operação realizada pela Polícia Civil de São Paulo em sua sede teve como objetivo o cumprimento de um mandado judicial relacionado a cinco clientes da empresa. No comunicado, a contabilidade não esclareceu o motivo da apreensão dos veículos. 

“De forma injusta, foram publicadas por alguns portais da cidade informações que não refletem a realidade dos fatos ocorridos em nossa empresa. A Aro recebeu a visita da Polícia Civil exclusivamente para o cumprimento de um mandado judicial relacionado a cinco clientes da empresa. Como somos responsáveis pela contabilidade dessas empresas e mantemos seus documentos arquivados aqui, foram solicitados documentos contábeis e fiscais referentes exclusivamente a esses clientes. Todo o procedimento ocorreu de forma colaborativa, com a entrega do que foi solicitado, de forma transparente e dentro da normalidade, com o acompanhamento do CEO Cristiano Aro.

Reforçamos que a Aro não é alvo de qualquer investigação, assim como seus sócios e colaboradores. A diligência teve como único objetivo a coleta de documentos relacionados aos clientes mencionados", disse a empresa.

"Prezamos pela transparência, pela ética e pelo compromisso com nossos clientes, colaboradores e parceiros. Por isso, lamentamos a divulgação de informações inverídicas, que acabam gerando interpretações equivocadas sobre os fatos. Seguimos à disposição das autoridades sempre que necessário", finalizou.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que o inquérito tramita sob segredo de Justiça e, por essa razão, não pode divulgar detalhes do caso.

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