Seminário em Sumaré debate a qualidade dos serviços de acolhimento de crianças e adolescentes
Encontro atraiu cerca de 70 profissionais da rede de proteção para discutir acolhimento institucional, família acolhedora, prevenção de rupturas e o fortalecimento dos vínculos familiares de crianças e adolescentes atendidos
O Lar Batista de Crianças de Sumaré, em parceria com a
Secretaria Municipal de Inclusão, Assistência e Desenvolvimento Social (SMIADS)
e o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA),
realizou, o seminário “Qualidade dos Serviços de Acolhimento – Eixo 2 do Plano
Nacional de Convivência Familiar e Comunitária (PNCFC 2025-2035)”.
Realizado no auditório da OAB Sumaré, o encontro reuniu
cerca de 70 participantes, entre profissionais e representantes de diferentes
serviços que integram a rede de proteção à criança e ao adolescente.
O seminário teve como principal objetivo fortalecer a
articulação entre os diferentes atores do Sistema de Garantia de Direitos e
ampliar o debate sobre a qualificação dos serviços de acolhimento institucional
e em família acolhedora. Também foram discutidas estratégias para a prevenção
de rupturas familiares, o fortalecimento de vínculos e a importância da atuação
integrada entre os diferentes setores da rede.
A programação contou com palestra da assistente social Sara
Maria Soares Luvisotto, associada pesquisadora do NECA – Associação de
Pesquisadores e Formadores da Área da Criança e do Adolescente. O evento também
proporcionou momentos de diálogo e troca de experiências entre os profissionais
participantes.
A discussão está alinhada às diretrizes do Plano Nacional de
Convivência Familiar e Comunitária, que busca fortalecer políticas voltadas à
garantia do direito de crianças e adolescentes à convivência familiar e
comunitária.
Durante o encontro, foi reforçada a importância da formação
continuada dos profissionais e do trabalho intersetorial para o aprimoramento
dos serviços. A atuação articulada da rede é considerada fundamental para
garantir atendimento qualificado e proteção integral às crianças e aos
adolescentes.
O seminário também destacou que o acolhimento deve ser
compreendido como uma medida excepcional e provisória, adotada quando
necessária à proteção da criança ou do adolescente, com atuação voltada à
preservação e ao fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários sempre
que possível.

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