Saúde
Unidades de saúde da região seguem atentas para atendimento público

Hortolândia, Paulínia e Americana registram casos de mpox neste ano

Cidades se somam a Sumaré e estão entre os municípios com casos confirmados de mpox na região de Campinas; em todo Estado de São Paulo, são 59 confirmações no ano; todos pacientes diagnosticados já estão 100% recuperados

Hortolândia, Paulínia e Americana integram a lista de municípios com casos confirmados de mpox em 2026 na área do Departamento Regional de Saúde de Campinas (DRS-7). Os dados constam em balanço da Secretaria Estadual de Saúde. Sumaré também registrou caso neste início de ano.

Em todo o Estado de São Paulo, são 59 confirmações da doença até o momento. Segundo as autoridades sanitárias, não há registro de óbitos neste ano, e todos os pacientes diagnosticados na região evoluíram de forma satisfatória, sem risco atual de transmissão.

A Prefeitura de Americana, por meio da Vigilância Epidemiológica, informou que o município confirmou dois casos de mpox em 2026, ambos no mês de janeiro. Os pacientes são dois homens, de 35 e 43 anos.

De acordo com o município, os dois se recuperaram sem necessidade de internação hospitalar. A Vigilância destacou ainda que não divulga informações sobre bairros por se tratar de dado pessoal sensível e sem relevância estatística, já que a localização não está diretamente ligada à forma de transmissão da doença.

Em Hortolândia e Paulínia, os pacientes confirmados também já estão curados. Em Sumaré, o caso envolve um homem de 37 anos, morador da região da Área Cura, que apresentou sintomas no início de janeiro e foi atendido no Hospital Ouro Verde, em Campinas. Ele recebeu acompanhamento médico e teve alta após recuperação. Outro caso suspeito na cidade foi descartado.

A mpox é uma infecção viral transmitida principalmente por contato direto com lesões de pele, secreções, gotículas respiratórias ou objetos contaminados. Entre os sintomas estão febre, dor de cabeça, aumento de gânglios linfáticos e erupções cutâneas.

As autoridades reforçam a importância de medidas preventivas, como higiene frequente das mãos, evitar compartilhar objetos pessoais e buscar atendimento médico diante de sinais suspeitos. Na maioria dos casos, a evolução é leve, mas pessoas com imunidade comprometida devem redobrar a atenção.

 

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