Família ainda busca respostas para execução de agricultor em Sumaré
O assassinato do agricultor André Alexandre Rovagnelli completa oito anos nesta quinta-feira (19) sem uma solução definitiva. Morto a tiros em 2018, em Sumaré, André segue sendo lembrado pela família, que mantém viva a cobrança por respostas e por esclarecimento do caso.
Na noite do crime, o agricultor participava de uma
confraternização em uma lanchonete no bairro Jardim Alvorada, quando foi
atingido por disparos de arma de fogo. Ele morreu no local. Outras pessoas que
estavam no estabelecimento também ficaram feridas durante a ação.
O episódio causou forte comoção na cidade na época e
mobilizou o trabalho de equipes policiais e da perícia. Apesar das investigações
realizadas desde então, o caso continua sem um desfecho público, o que prolonga
a dor dos familiares e amigos.
Para o pai da vítima, Roberto Rovagnelli, o passar do tempo
não amenizou o sofrimento provocado pela perda do filho. Ao contrário, segundo
ele, a falta de respostas aprofunda a indignação e o sentimento de vazio
deixado pela ausência de justiça.
“O tempo passa, mas a
dor de um pai não passa. O que buscamos não é vingança, é apenas que a verdade
venha à tona e que o caso do meu filho não seja esquecido”, afirmou.
ESPERANÇA
A família diz que segue acompanhando as informações
relacionadas à investigação e mantém a esperança de que as circunstâncias do
crime ainda possam ser totalmente esclarecidas pelas autoridades responsáveis.
Mais do que relembrar uma data, parentes e amigos afirmam que manter viva a
memória de André também é uma forma de reforçar o pedido por respostas.
O caso permanece presente na lembrança de quem conviveu com
o agricultor. Sem uma definição pública sobre o crime, os familiares sustentam
que a busca por esclarecimentos continua. “Não existe prazo para um pai deixar
de pedir justiça pelo filho”, declarou Roberto.

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