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Operações já resultaram em multas, notificações e na lacração de estabelecimento em Sumaré

Sumaré faz 15 operações Fecha Bar e aplica nove multas por irregularidades

Entre dezembro de 2024 e julho de 2026, prefeitura realizou 15 operações em parceria com as polícias, aplicou nove autuações, emitiu 15 notificações e lacrou um estabelecimento por descumprimento da legislação municipal vigente

A Prefeitura de Sumaré intensificou as ações de fiscalização contra estabelecimentos envolvidos em perturbação do sossego, poluição sonora e outras irregularidades. Entre 15 de dezembro de 2024 e 4 de julho de 2026, foram realizadas 15 operações Fecha Bar, que resultaram em 15 notificações, nove multas e na lacração de um estabelecimento comercial. O balanço foi feito pelo município após pedido do Tribuna Liberal.

As operações ocorreram de forma integrada entre equipes da prefeitura, da Polícia Municipal e da Polícia Militar. As ações têm como foco combater pancadões, excesso de ruído, ocupação irregular de espaços públicos e outras situações que comprometem a tranquilidade da população.

De acordo com a administração municipal, as fiscalizações foram ampliadas em diferentes regiões da cidade, incluindo a região do Matão, onde moradores têm registrado reclamações frequentes relacionadas ao excesso de barulho durante a madrugada.

Os estabelecimentos flagrados promovendo ou permitindo eventos irregulares podem ser notificados, multados, interditados ou até lacrados, conforme a gravidade das infrações. As operações integram a força-tarefa do projeto Cidade Limpa, que reúne diversas secretarias municipais para reforçar a fiscalização e preservar a ordem pública, a segurança e a qualidade de vida dos moradores.

A intensificação das ações ocorre em meio às reclamações de moradores da região do Parque Pavan. Uma moradora, identificada pelas iniciais T. S., afirma que colocou a casa à venda por não suportar mais os pancadões, festas, algazarras e carros com som alto registrados principalmente nos finais de semana.

Segundo ela, o problema se agravou no início de 2026 e envolve bares, adegas, chácaras alugadas para eventos e veículos com equipamentos de som espalhados pela região, especialmente nas proximidades da Praça do Sol. A moradora relata que já registrou diversos protocolos junto aos órgãos públicos e acionou repetidas vezes a Polícia Militar e a Guarda Municipal.

A prefeitura reforça que a participação da população é fundamental para a eficácia das fiscalizações. A orientação é que denúncias de som alto, pancadões, algazarras e demais ocorrências de perturbação do sossego sejam feitas imediatamente à Guarda Civil Municipal, permitindo que as equipes se desloquem ao local e adotem as medidas previstas em lei enquanto a irregularidade ainda está acontecendo.

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