Educação
Nova fase do projeto educacional aumenta vagas e fortalece a formação em tecnologia

PPG e Casa Hacker aceleram inovação em Sumaré com novo ‘Hackerclubes’

Programa educacional Minas em Tech entra em uma nova etapa e passa a se chamar Hackerclubes; ação eleva alcance e oferece formação gratuita para estudantes da rede pública de Sumaré; haverá duas turmas com oficinas presenciais

Após quatro edições consecutivas realizadas em Sumaré, o programa educacional Minas em Tech entra em uma nova fase e passa a se chamar Hackerclubes. A iniciativa, desenvolvida pela Casa Hacker e patrocinada pela PPG, fabricante global de tintas e revestimentos com fábrica na cidade, amplia seu escopo e passa a oferecer capacitação gratuita em STEAM para 40 estudantes da rede pública.

Nas edições anteriores, o Minas em Tech teve foco na formação de meninas e impactou cerca de 80 alunas no município. Agora, como Hackerclubes, o projeto passa a atender jovens de ambos os gêneros e mantém seu objetivo central: ampliar oportunidades educacionais e desenvolver competências técnicas, criativas e colaborativas, conectadas com os desafios das comunidades onde vivem.

“O Hackerclubes representa a evolução de um projeto já consolidado na cidade. Ao ampliar a iniciativa, seguimos investindo na educação como ferramenta de transformação social e no desenvolvimento de habilidades essenciais para o futuro do trabalho”, diz Raquel Klemz, gerente de Comunicação da PPG.

O Hackerclubes já acontece em cidades como Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. A proposta parte do protagonismo juvenil e da criação de soluções locais, considerando que, ao desenvolver novas possibilidades para si e para sua comunidade, a juventude contribui para enfrentar desigualdades sociais existentes em seu território.

Em Sumaré, o projeto contará com duas turmas, com oficinas presenciais ao longo de cinco meses, somando 120 horas de formação por turma. As atividades incluem uma trilha formativa em STEAM, com conteúdo de programação de sistemas, eletrônica, impressão e modelagem 3D, inteligência artificial, além da integração entre arte, tecnologia e práticas manuais.

“O aprendizado acontece em comunidade, com espaços de tecnologia, artes e inovação que estimulam a experimentação. Essa nova etapa amplia o impacto do trabalho iniciado com o Minas em Tech e fortalece o acesso dos jovens a experiências formativas de qualidade”, explica Geraldo Barros, diretor-executivo da Casa Hacker.

A formação é dividida em três módulos e inclui visitas para conhecer de perto o ecossistema de inovação, com participação em eventos e encontros com parceiros da área de tecnologia. Ao final da formação de cada turma, os estudantes participam de hackathons, nos quais apresentam suas prototipagens à comunidade escolar, ao patrocinador e aos demais interessados.


Deixe um comentário