Política
Ferramentas digitais permitirão monitoramento em tempo real dos contratos e pagamentos, segundo Executivo

Paulínia moderniza fiscalização de contratos com o uso da tecnologia

Prefeito Danilo Barros intensificou controle e transparência na gestão pública ao determinar adoção de soluções tecnológicas no acompanhamento de obras e serviços terceirizados a fim de gerar eficiência no uso de recursos

A Prefeitura de Paulínia adotou novas medidas de modernização da gestão pública ao publicar decreto que torna obrigatório o uso de soluções tecnológicas para o controle e acompanhamento da execução de obras e serviços terceirizados contratados pelo município. A norma, assinada pelo prefeito Danilo Barros (PL), já vale para toda a Administração Pública Municipal Direta e Indireta.

Segundo o decreto do prefeito, secretarias e órgãos municipais passaram a priorizar a utilização de ferramentas digitais capazes de monitorar contratos em tempo real, registrar prazos, entregas e etapas executadas, além de permitir a verificação da qualidade dos serviços prestados.

Sempre que possível, a fiscalização deverá contar com evidências documentais ou fotográficas, inclusive com recursos de georreferenciamento, aumentando a confiabilidade das informações a serem analisadas.

Outro ponto central da norma é a vinculação direta entre execução comprovada e pagamento pelas obras da cidade. O texto determina que a atestação dos serviços e a liberação de recursos financeiros só ocorram após a confirmação de que as etapas contratadas foram devidamente realizadas e aprovadas.

Com isso, a municipalidade busca evitar desperdícios, reduzir falhas de controle e garantir maior responsabilidade na aplicação do dinheiro público.

A Secretaria Municipal de Inovação, Tecnologia e Conectividade será o órgão central responsável por definir padrões técnicos, garantir a segurança das plataformas, oferecer suporte às demais secretarias e orientar a capacitação dos servidores envolvidos na fiscalização dos contratos, segundo determina o chefe do Executivo. As despesas da implantação das ferramentas correrão por conta do orçamento de cada pasta. O decreto já está em vigor e visa promover a transparência, eficiência e integridade na gestão pública.


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