Política
Ferramenta reúne dados para aprimorar planejamento e qualificar os serviços em Hortolândia

Hortolândia apresenta seu primeiro relatório do Painel de Gestão Socioassistencial

A Prefeitura de Hortolândia, por meio da Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social e do Departamento de Assistência Social, apresentou, na última semana, o primeiro relatório analítico do Painel de Gestão Socioassistencial do município. O objetivo é utilizar esses dados para aprimorar o planejamento das ações, qualificar a oferta de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais e subsidiar as decisões da gestão municipal.

Desenvolvido pela Vigilância Socioassistencial, o painel é uma ferramenta estratégica que reúne e analisa informações sobre as demandas sociais da população, a cobertura dos serviços, o perfil dos usuários e a distribuição territorial das situações de vulnerabilidade e risco social. A ação também contribui para o fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), a integração entre diferentes políticas públicas e a transparência nas decisões administrativas.

O processo de construção do Painel da Vigilância Socioassistencial surgiu a partir de uma necessidade identificada pela equipe técnica da Secretaria, considerando a importância de sistematizar, organizar e dar visibilidade às informações relacionadas à política de assistência social em Hortolândia. A iniciativa tem como objetivo central promover a publicidade e a transparência dos dados produzidos pela Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social, fortalecendo o acesso às informações e contribuindo para uma gestão cada vez mais planejada, participativa e comprometida com a garantia de direitos.

“A utilização do Painel de Gestão Socioassistencial permite à Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social ampliar a capacidade de planejar ações preventivas e territorializadas, indo além do atendimento às demandas imediatas. As informações reunidas podem subsidiar decisões estratégicas, como a implantação de novas unidades de atendimento, a reorganização dos territórios de referência dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), a ampliação de vagas de acolhimento e a adequação da oferta de serviços socioassistenciais”, descreve o secretário adjunto de Inclusão e Desenvolvimento Social, Lenivaldo Pauliuki.


 

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