Política
Articulação do chefe do Executivo de Sumaré ocorreu junto ao governador do Estado

Henrique anuncia permanência do 48º Batalhão da Polícia Militar em Sumaré

Após articulação do prefeito junto ao governador Tarcísio de Freitas, unidade policial da Avenida Rebouças terá estrutura mantida na cidade; medida assegura maior presença de policiais nas ruas, diz governo municipal

O prefeito de Sumaré, Henrique do Paraíso (Republicanos), anunciou a permanência do 48º Batalhão da Polícia Militar de forma definitiva no município. A conquista é resultado da articulação política e institucional do prefeito junto ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e à Secretaria de Estado da Segurança Pública para assegurar que Sumaré não perdesse uma estrutura considerada essencial para a proteção da cidade.

Segundo o governo municipal, a manutenção do batalhão em Sumaré representa “mais segurança, maior presença policial, agilidade no atendimento das ocorrências e mais tranquilidade para as famílias sumareenses”. “A decisão impacta diretamente a qualidade de vida da população e reforça o compromisso do governo municipal com políticas públicas efetivas na área da segurança. Essa é uma vitória de Sumaré. Lutamos para que a cidade não fosse prejudicada e hoje podemos afirmar que o 48º BPMI continuará aqui, cuidando da nossa gente”, destacou o prefeito Henrique do Paraíso.

O anúncio acontece após reportagens do Tribuna Liberal informando que o Governo do Estado fazia estudos técnicos para a transferência da sede para Hortolândia. A Secretaria de Segurança Pública informou que análises permanentes consideravam estatísticas criminais, indicadores operacionais e riscos regionais, incluindo o complexo penitenciário localizado em Hortolândia.

O risco anterior de transferência da sede do 48º Batalhão da PM para Hortolândia provocou forte reação popular. Desde que a informação veio a público, moradores passaram a se manifestar intensamente nas redes sociais, reprovando a medida.

Nas opiniões, a tônica foi de indignação. Muitos afirmaram que Sumaré perderia uma de suas principais estruturas de segurança, enquanto Hortolândia deveria pleitear a criação de um novo comando, e não a retirada de um batalhão já instalado e em funcionamento em Sumaré. Outros defenderam alternativas, como a implantação de uma Companhia do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) em Hortolândia para reforço da segurança na cidade.

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