Educação
Unidade se sobressai como escola com o maior número de medalhas na categoria sênior

Etec Monte Mor é destaque na primeira Olimpíada Brasileira de Geoinformação

Estudantes do Ensino Médio integrado ao Técnico (M-Tec) em Desenvolvimento de Sistemas (DS) e Logística (Log), da Escola Técnica Estadual (Etec) de Monte Mor, ganharam 59 medalhas na primeira edição da Olimpíada Brasileira de Geoinformação, na categoria sênior. Esse número inclui 21 medalhas de ouro, 14 de prata e 24 de bronze. Pela participação na competição, 19 alunos receberam menção honrosa. A unidade do Centro Paula Souza destacou-se na disputa por ser a escola que conquistou o maior número de medalhas.

A iniciativa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) teve como objetivo desafiar jovens do sexto ao nono ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio de escolas públicas e privadas de todo país a apresentar propostas para problemas socioambientais, como alagamentos, poluição de rios, desmatamento e descarte irregular de lixo. Para realizar o trabalho, era possível utilizar aplicativos de mapas digitais, imagens de satélite, sistemas de informação geográfica (SIG), drones e inteligência artificial para análise espacial.

Dividida em duas etapas, a competição programou para a primeira fase a identificação e o registro dos problemas locais pelos estudantes. Já na segunda etapa, eles deveriam aprofundar a análise e propor soluções possíveis para transformar a realidade de seu entorno.

“A participação dos alunos em iniciativas como a Olimpíada Brasileira de Geoinformação é extremamente relevante porque conecta a escola aos grandes temas contemporâneos e aproxima os jovens do universo da pesquisa”, comenta o superintendente da Etec de Monte Mor, Márcio Adriano Bredariol.

Além de a Etec receber certificado e troféu de ‘Escola Destaque em Geoinformação’ e ter seu nome incluído no Mural de Ganhadores Olímpicos, uma professora da unidade, Adriana Fantinati Conceição, destacou-se nacionalmente como a ‘Docente Mediadora’ com maior número de alunos medalhistas. “Estimulei os estudantes a participarem do desafio porque a Olimpíada incentiva o uso de mapas, dados e tecnologias, favorecendo a aproximação deles com a realidade em que vivem”, esclarece Adriana. “Ver o desempenho que tiveram foi muito gratificante”, complementa.

“O resultado expressivo na competição é reflexo de um trabalho pedagógico comprometido, que incentiva o protagonismo estudantil, a interdisciplinaridade e a formação integral dos nossos alunos”, conclui, orgulhoso, o superintendente Bredariol.


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