Saúde
Sumaré lidera número de casos na região, com 13 pacientes infectados

Região volta registrar novos casos de varíola dos macacos, aponta boletim

 Atualização desta terça-feira (18) feita pelo Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo mostra nova notificação de paciente infectado em Sumaré e em Paulínia

Com mais um caso registrado em Sumaré e outro em Paulínia, a região soma 23 pacientes infectados pela varíola dos macacos desde o início da ocorrência da doença no Brasil, aponta a atualização desta terça-feira (18) na Central do Cievs (Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo). O último caso confirmado na região havia sido notificado no dia 15 de setembro.

Apesar da desaceleração no número de novas notificações, com a última atualização e novos casos registrados também em Campinas e Santa Bárbara d’Oeste, na RMC (Região Metropolitana de Campinas), o número de ocorrências subiu para 144. O Estado soma 3.968 casos.

Na RMC, Campinas lidera o número de notificações, com 89 pacientes infectados. Sumaré vem em segundo, com 13, e Santa Bárbara em terceiro, com 11. Das cidades da região, Paulínia chegou a cinco casos, Hortolândia se mantém com três, Nova Odessa com dois e Monte Mor, com um.

No painel do Estado, dos 3.968 casos, 91,69% estão concentrados no público masculino e 8,31% no feminino. A média de idade dos pacientes é de 33 anos, majoritariamente da cor branca e com maior frequência de lesões na genital e na face.

O vírus da monkeypox, que faz parte da mesma família da varíola, é transmitido entre pessoas e o atual surto tem prevalência de transmissão de contato íntimo e sexual.

O principal sintoma é o aparecimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas, que podem surgir no rosto, dentro da boca ou em outras partes do corpo, como mãos, pés, peito, genitais ou ânus. Deve-se também, procurar uma unidade de referência quem observar, além deste sintoma, caroço no pescoço, axila e virilhas; febre; dor de cabeça; calafrios; cansaço e dores musculares.

As orientações para prevenir o contágio são: evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele; evitar beijar, abraçar ou fazer sexo com alguém com a doença; higienização das mãos com água e sabão e uso de álcool gel; não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais; uso de máscaras, protegendo contra gotículas e saliva, entre casos confirmados e contactantes.

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